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Saiba se você esta na sua Zona de conforto.

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Olá!

 

Estou de volta e hoje vou começar contando uma estória para você.

 

Eu ja havia escrito todo texto sobre a reflexão da zona de conforto quando me deparei por alguns motivos com essa parábola que tem tudo a ver com o assunto.

 

O monge o discípulo e a vaquinha.

 

Um monge e seu discípulo seguiam caminho pela montanha, em direção a um mosteiro onde permaneceriam por um ano. Com a aproximação da noite, procuraram um lugar onde pudessem pernoitar. Logo adiante avistaram uma casinha isolada, simples e rústica, onde morava uma família muito pobre. O monge pediu à família um quarto onde pudessem dormir e seguir viagem na manhã seguinte.

 

O dono da casa, muito solícito, ofereceu um pequeno quarto disponível, mas se desculpou por não ter cama nem nenhum tipo de conforto. Era apenas um chão forrado de palha. O monge disse que só aquilo já estava ótimo. Na manhã seguinte foram tomar o desjejum. À mesa havia apenas um pouco de leite, queijo e um mingau ralo. Novamente o dono da casa se desculpou por não poder oferecer uma refeição melhor e o monge respondeu dizendo que, para eles, aquilo era um banquete. Enquanto comiam, o monge perguntou ao dono da casa:

 

– Neste lugar não há sinais de comércio ou trabalho. De onde vocês tiram seu sustento?

 

O dono da casa respondeu:

 

– Ah, temos aqui atrás da casa uma vaquinha milagrosa. Ela nos dá muito leite todos os dias e, com isso, conseguimos fazer queijo, coalhada e mingau. E dessa forma vamos sobrevivendo.

 

O monge agradeceu a hospitalidade e, junto com o discípulo, seguiram viagem. Haviam andado poucos metros quando o monge parou, deu meia-volta, contornou a casa, pegou a vaquinha e a levou até o precipício, atirando-a lá de cima. O discípulo, espantado e revoltado com o mestre, exclamou que ele havia acabado com a única fonte de sustento da família que os hospedaram tão gentilmente. O mestre não disse mais nada e, em silêncio, rumaram para o mosteiro.

 

Passado um ano, o monge e seu discípulo resolveram retornar à cidade e, para isso, teriam que percorrer o mesmo caminho por onde passaram. Descendo as encostas da montanha e com a noite se aproximando, resolveram procurar um lugar para passar a noite. Foram, então, em direção à casinha rústica da família que os hospedara antes. Chegando lá, viram que o lugar estava diferente. A casa da qual lembravam não existia mais. No lugar, um belo casarão, bem pintado e decorado despontava na paisagem, juntamente com diversas carroças e um agradável jardim.

 

Chamaram pelo dono da casa e este os veio receber. Era o mesmo homem de antes, porém estava mais bem nutrido, feliz e suas roupas não eram os trapos de antes. Acolheu os monges com um largo sorriso e ofereceu-lhes um quarto que, desta vez, era maior, mobiliado e com duas camas confortáveis. Pela manhã, no café, serviram suco, frutas, pães, queijos, ovos e outras guloseimas. Enquanto comiam, o monge perguntou ao dono da casa:

 

– Neste lugar não há sinais de comércio ou trabalho. De onde vocês tiram todo seu sustento?

 

O dono da casa respondeu:

 

– Ah, ocorreu uma tragédia conosco há um ano. Nossa vaquinha leiteira, única fonte de sustento da família, se soltou e caiu no precipício. Entramos em grande aflição e nos vimos obrigados a procurar outras formas de nos manter. Assim, aprendemos a plantar e cultivar diversas frutas e hortaliças, começamos a fazer produtos próprios e comercializá-los lá na cidade. Graças à perda da nossa vaquinha, hoje temos uma vida muito melhor do que antes.

 

Isso faz sentido para você?

 

Pois é...

 

Acredito que se existe algum estado perigoso em nossas vidas esse estado chama-se zona de conforto que inconscientemente mascara nossos reais desejos que ao pensar em atingir algo necessário para nossa felicidade provavelmente teremos que enfrentar alguns desafios maiores e também nos desapegar das coisas que já acreditamos ser parte de algo que nos define e que em um primeiro momento pode nos gerar uma grande insegurança, o que dificulta muito a nossa maestria nessa saída para a nossa excelência e o “pior” é que geralmente não conseguimos visualizar conscientemente a necessidade de sair dessa rotina zona de “S” conforto e passamos a criar outros maus hábitos “prazerosos momentâneos” para desculpar a procrastinação no momento em que deveríamos enfrentar nossas vidas e é nessa hora que possibilitamos a chegada dos vícios e compulsões resultando em ansiedades.

 

Agora que entendemos o quanto a Zona de Conforto é sim uma zona de risco e mais do que entender o meu papel é gerar resultados positivos para você. Vamos então analisar algumas das possibilidades de você estar na sua zona de conforto.

 

Primeiro tire um tempo reservado a você e se pergunte se existe algo que anda procrastinando algum tempo.  Lembre-se que essa pergunta vale para todos os aspectos da sua vida como pessoal- relacionamentos, família, vida social, saúde, comportamentos e etc...  Ou profissional – carreira, financeiro, negócios, metas e etc... E agora pense no que anda fazendo no lugar de fazer o que deve ser feito.

 

Pronto agora você conscientizou onde mora a sua zona de conforto e o que esta fazendo para deixa-la cada vez mais forte.

 

Se você gostaria de receber algumas dicas de como sair da sua zona de conforto, deixe seu comentario a baixo com seu email de contato.

 

Ou increva-se nesse link http://eepurl.com/1laCj

 

Ficarei muito feliz em ajuda-lo.

 

 

 

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